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O défice de literacia em IA
Como ameaça à produtividade
Episódio 20 | 37 min
7 de Julho de 2026
A inteligência artificial já faz parte do dia a dia das organizações, mas será que as empresas e os profissionais estão realmente preparados para trabalhar com ela?
Está a transformar a forma como trabalhamos, mas a falta de preparação pode tornar-se um risco para empresas e profissionais.
Neste episódio, Gustavo Rodrigues, Executive Manager da QiBit e Cláudia Borges, Partner da Moneris Innovation Lab, exploram o impacto da literacia em IA na produtividade, na empregabilidade e na forma como as organizações devem preparar as suas equipas para esta nova realidade.
Já disponível. Ouça agora.
Episódio 20 | 37 min
7 de Julho de 2026
O défice de literacia em IA
Como ameaça à produtividade
A inteligência artificial já faz parte do dia a dia das organizações, mas será que as empresas e os profissionais estão realmente preparados para trabalhar com ela?
Está a transformar a forma como trabalhamos, mas a falta de preparação pode tornar-se um risco para empresas e profissionais.
Neste episódio, Gustavo Rodrigues, Executive Manager da QiBit e Cláudia Borges, Partner da Moneris Innovation Lab, exploram o impacto da literacia em IA na produtividade, na empregabilidade e na forma como as organizações devem preparar as suas equipas para esta nova realidade.
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[post_content] => Rui Rocheta será o próximo Country General Manager da Gi Group Holding Portugal
Assumirá a liderança da empresa em Portugal sucedendo a Thomas Marra.
Rui Rocheta assumirá a liderança da Gi Group Holding Portugal como Country General Manager, anuncia a empresa, sucedendo a Thomas Marra, que será nomeado para um novo desafio internacional como responsável pela área de Temp & Perm em Itália. Esta mudança, que terá lugar no final do ano, marca uma nova etapa para a operação em Portugal, assegurando uma transição de liderança estruturada e a continuidade da visão estratégica da empresa.
Atualmente Chief Regional Officer Western Europe and LatAm, Rui Rocheta passará a acumular a liderança da operação portuguesa, colocando ao serviço do mercado nacional mais de duas décadas de experiência internacional em gestão e desenvolvimento de negócio. Iniciou a sua carreira nos Estados Unidos, durante o boom tecnológico da San Francisco Bay Area, e integrou posteriormente a Gi Group Holding, onde desempenhou funções de Country Manager no Brasil. Ao longo do seu percurso liderou diversas aquisições e o lançamento de várias marcas do Grupo, contribuindo para a expansão da empresa num dos seus mercados mais relevantes. É detentor de um MBA pela Universidade Católica Portuguesa e de formação executiva pela Harvard Business School.
"Assumo este desafio com um profundo sentido de responsabilidade e com a ambição de dar continuidade ao percurso de crescimento da Gi Group Holding em Portugal. Vivemos um momento de profunda transformação do mercado de trabalho, que exige visão estratégica, capacidade de adaptação e uma forte proximidade aos clientes e aos profissionais. O nosso foco será continuar a criar valor através de soluções integradas de talento, reforçando a posição da Gi Group Holding como um parceiro estratégico para as organizações e uma referência no setor, assente na inovação, na excelência operacional e na força das nossas equipas", afirma Rui Rocheta.
A nomeação de Rui Rocheta surge na sequência da promoção de Thomas Marra, que passará a liderar a área de Temp & Perm em Itália, a maior linha de negócio da Gi Group Holding em toda a operação do grupo. Com mais de 20 anos de percurso na empresa, Thomas Marra foi responsável pela implementação da marca em Portugal, liderando, ao longo da última década, o desenvolvimento da operação nacional, hoje reconhecida como uma das implementações de raiz mais bem-sucedidas do Grupo.
Este novo desafio internacional representa o reconhecimento de um percurso marcado pela criação de valor, pelo crescimento sustentado do negócio e pela capacidade de desenvolver equipas e operações de elevado desempenho, reforçando o papel da operação portuguesa como uma referência dentro da organização.
"Foi um privilégio construir a Gi Group Holding em Portugal desde o primeiro dia e acompanhar o crescimento da operação ao longo da última década. Deixo a liderança com a convicção de que construímos bases sólidas para o futuro e com total confiança de que Rui Rocheta continuará este percurso de crescimento, apoiado por uma equipa de enorme talento", refere Thomas Marra.
Com esta transição, a Gi Group Holding assegura a continuidade da sua estratégia de crescimento em Portugal, reforçando a capacidade da organização para responder aos desafios de um mercado de trabalho em constante transformação. A aposta numa liderança com experiência internacional e profundo conhecimento do Grupo reflete a ambição de continuar a criar valor para clientes, candidatos e parceiros, através de soluções integradas de talento.
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De headcount a Skill Count
Porque é que as competências estão a redefinir as organizações?
Episódio 19 | 25 min
2 de Junho de 2026
O futuro das organizações pode depender menos dos cargos que existem e mais das competências que conseguem desenvolver.
Neste episódio do WorkAround Filipa Peixoto, da Gi Group Holding, e Tânia Baptista, da Brisa, refletem sobre a crescente importância das competências na gestão de talento e no desenvolvimento organizacional.
Ao longo da conversa, exploram-se temas como liderança, flexibilidade organizacional, mobilidade interna, desenvolvimento contínuo e empregabilidade, num contexto em que as empresas precisam de responder mais rapidamente à mudança e às novas exigências do mercado de trabalho.
Porque, hoje, olhar apenas para funções já não chega para preparar o futuro.
Já disponível. Ouça agora.
Episódio 19 | 25 min
2 de Junho de 2026
De Headcount a Skill Count
Porque é que as competências estão a redefinir as organizações?
O futuro das organizações pode depender menos dos cargos que existem e mais das competências que conseguem desenvolver.
Neste episódio do WorkAround Filipa Peixoto, da Gi Group Holding, e Tânia Baptista, da Brisa, refletem sobre a crescente importância das competências na gestão de talento e no desenvolvimento organizacional.
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[post_content] => Conferência Anual do Trabalho:
Foram seis horas de debate sobre o futuro do mercado de trabalho em Portugal
Recebemos na sede da Gi Group Holding a 3.ª edição da Conferência Anual do Trabalho, uma iniciativa do ECO que reuniu decisores políticos, especialistas e líderes empresariais para discutir os principais desafios do mercado de trabalho em Portugal. O evento contou com a presença da ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e com uma intervenção do economista e ex-governador do Banco de Portugal, Mário Centeno para o encerramento.
Ao longo de várias horas de debate, estiveram em destaque temas como a flexibilidade da legislação laboral, a relação entre produtividade e salários e o papel cada vez mais importante das competências necessárias para acompanhar a evolução do mercado.
Um mercado de trabalho em transformação
Um dos eixos centrais da conferência foi a discussão em torno da flexibilidade da lei laboral. As diferentes perspetivas evidenciaram a complexidade do tema: enquanto alguns intervenientes apontaram limitações no enquadramento atual, outros destacaram que os principais constrangimentos residem na sua aplicação prática.
Mais do que um consenso absoluto, há uma ideia transversal a todos: a necessidade de encontrar um equilíbrio entre estabilidade regulatória e capacidade de adaptação a um contexto económico em mudança.
Produtividade e salários: um equilíbrio crítico
A relação entre produtividade, competitividade e salários foi outro dos temas em debate. O desafio de promover aumentos salariais sustentados continua diretamente ligado à capacidade de gerar maior valor acrescentado.
Neste contexto, foi sublinhada a importância de reforçar o investimento em inovação, qualificação e eficiência organizacional, fatores considerados essenciais para sustentar o crescimento económico e melhorar as condições de trabalho.
Competências como fator decisivo
Num mercado em rápida transformação, as competências assumem um papel central. A digitalização, a automação e a inteligência artificial estão a alterar profundamente o conteúdo das funções e as necessidades das organizações.
A aposta no upskilling e reskilling foi apontada como uma prioridade estratégica, exigindo uma resposta articulada entre empresas, sistema educativo e políticas públicas.
Talento, demografia e atração internacional
Os desafios demográficos e a escassez de talento também estiveram em destaque. A necessidade de atrair e reter profissionais qualificados, bem como de integrar talento internacional, foi identificada como uma das principais prioridades para a competitividade do país.
Este tema evidenciou a importância de políticas consistentes e de estratégias organizacionais capazes de responder a um mercado cada vez mais global e exigente.
Um desafio coletivo
Ao longo da conferência, ficou evidente que o futuro do trabalho depende de uma articulação eficaz entre empresas, trabalhadores e decisores políticos, num esforço conjunto para responder a desafios cada vez mais complexos. A 3.ª edição da Conferência Anual do Trabalho reforçou a ideia de que o mercado de trabalho está em transformação e temas como flexibilidade, produtividade e competências surgem como dimensões críticas para garantir crescimento económico sustentado.
Mais do que respostas definitivas, o debate evidenciou a necessidade de continuidade na reflexão e, sobretudo, de capacidade de adaptação perante um contexto em evolução.
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[post_excerpt] => A Gi Group Holding, em parceria com o ECO, promoveu nas suas instalações, no Oriente Green Campus, a 3.ª Conferência Anual do Trabalho Ao longo do dia, reunimos decisores, especialistas e líderes empresariais para refletir sobre os principais desafios do mercado de trabalho em Portugal.
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pippo
Podcast - 15/07/2026pippo
Gerais - 15/07/2026