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Foram seis horas de debate sobre o futuro do mercado de trabalho em Portugal
Recebemos na sede da Gi Group Holding a 3.ª edição da Conferência Anual do Trabalho, uma iniciativa do ECO que reuniu decisores políticos, especialistas e líderes empresariais para discutir os principais desafios do mercado de trabalho em Portugal. O evento contou com a presença da ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e com uma intervenção do economista e ex-governador do Banco de Portugal, Mário Centeno para o encerramento.
Ao longo de várias horas de debate, estiveram em destaque temas como a flexibilidade da legislação laboral, a relação entre produtividade e salários e o papel cada vez mais importante das competências necessárias para acompanhar a evolução do mercado.
Um mercado de trabalho em transformação
Um dos eixos centrais da conferência foi a discussão em torno da flexibilidade da lei laboral. As diferentes perspetivas evidenciaram a complexidade do tema: enquanto alguns intervenientes apontaram limitações no enquadramento atual, outros destacaram que os principais constrangimentos residem na sua aplicação prática.
Mais do que um consenso absoluto, há uma ideia transversal a todos: a necessidade de encontrar um equilíbrio entre estabilidade regulatória e capacidade de adaptação a um contexto económico em mudança.
Produtividade e salários: um equilíbrio crítico
A relação entre produtividade, competitividade e salários foi outro dos temas em debate. O desafio de promover aumentos salariais sustentados continua diretamente ligado à capacidade de gerar maior valor acrescentado.
Neste contexto, foi sublinhada a importância de reforçar o investimento em inovação, qualificação e eficiência organizacional, fatores considerados essenciais para sustentar o crescimento económico e melhorar as condições de trabalho.
Competências como fator decisivo
Num mercado em rápida transformação, as competências assumem um papel central. A digitalização, a automação e a inteligência artificial estão a alterar profundamente o conteúdo das funções e as necessidades das organizações.
A aposta no upskilling e reskilling foi apontada como uma prioridade estratégica, exigindo uma resposta articulada entre empresas, sistema educativo e políticas públicas.
Talento, demografia e atração internacional
Os desafios demográficos e a escassez de talento também estiveram em destaque. A necessidade de atrair e reter profissionais qualificados, bem como de integrar talento internacional, foi identificada como uma das principais prioridades para a competitividade do país.
Este tema evidenciou a importância de políticas consistentes e de estratégias organizacionais capazes de responder a um mercado cada vez mais global e exigente.
Um desafio coletivo
Ao longo da conferência, ficou evidente que o futuro do trabalho depende de uma articulação eficaz entre empresas, trabalhadores e decisores políticos, num esforço conjunto para responder a desafios cada vez mais complexos. A 3.ª edição da Conferência Anual do Trabalho reforçou a ideia de que o mercado de trabalho está em transformação e temas como flexibilidade, produtividade e competências surgem como dimensões críticas para garantir crescimento económico sustentado.
Mais do que respostas definitivas, o debate evidenciou a necessidade de continuidade na reflexão e, sobretudo, de capacidade de adaptação perante um contexto em evolução.
[post_title] => Conferência Anual do Trabalho: seis horas de debate sobre o futuro do mercado de trabalho em Portugal
[post_excerpt] => A Gi Group Holding, em parceria com o ECO, promoveu nas suas instalações, no Oriente Green Campus, a 3.ª Conferência Anual do Trabalho Ao longo do dia, reunimos decisores, especialistas e líderes empresariais para refletir sobre os principais desafios do mercado de trabalho em Portugal.
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Empregabilidade depois dos 55
A experiência ainda pesa ou ainda é travão?
Episódio 18 | 21 min
15 de Abril de 2026
Ter mais de 55 anos devia ser uma vantagem competitiva mas continua, muitas vezes, a ser um fator limitador no acesso ao mercado de trabalho.
Neste episódio, Ana Viçoso, Head da Intoo em Portugal, e Cidália Garcês, HR Business Partner na Lusitania e Lusitania Vida, analisam de que forma o idadismo ainda influencia os processos de recrutamento e a gestão de talento.
Ao longo da conversa, abordam o valor real da experiência, os desafios da requalificação e o papel das organizações na promoção de ambientes mais inclusivos, capazes de integrar diferentes gerações e potenciar o talento em todas as fases da carreira.
Uma reflexão sobre como transformar a experiência em oportunidade e não em barreira.
Já disponível. Ouça agora.
Episódio 18 | 21 min
15 de Abril de 2026
Empregabilidade depois dos 55
A experiência ainda pesa ou ainda é travão?
Ter mais de 55 anos devia ser uma vantagem competitiva mas continua, muitas vezes, a ser um fator limitador no acesso ao mercado de trabalho.
Neste episódio, Ana Viçoso, Head da Intoo em Portugal, e Cidália Garcês, HR Business Partner na Lusitania e Lusitania Vida, analisam de que forma o idadismo ainda influencia os processos de recrutamento e a gestão de talento.
Ao longo da conversa, abordam o valor real da experiência, os desafios da requalificação e o papel das organizações na promoção de ambientes mais inclusivos, capazes de integrar diferentes gerações e potenciar o talento em todas as fases da carreira.
Uma reflexão sobre como transformar a experiência em oportunidade e não em barreira.
Já disponível. Ouça agora.
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[post_title] => Ep.18 Empregabilidade depois dos 55
[post_excerpt] => Ter mais de 55 anos devia ser uma vantagem competitiva mas continua, muitas vezes, a ser um fator limitador no acesso ao mercado de trabalho.O impacto do idadismo, o valor da experiência e o papel das empresas na construção de equipas verdadeiramente intergeracionais. Uma reflexão sobre como transformar a experiência em oportunidade e não em barreira.
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A crise do talento técnico
Episódio 17 | 21 min
05 de Março de 2026
A escassez de perfis técnicos é hoje um dos maiores desafios enfrentados por muitas empresas. Mais do que uma dificuldade de recrutamento, esta realidade começa a ter impacto direto na competitividade e na capacidade de crescimento das organizações.
Neste episódio do Work Around, Carmencita Silva, Senior Manager na Gi Group e Joana Paredes, Talent Acquisition Business Partner na Horse Technologies Division, exploram até que ponto esta “crise do talento técnico” resulta de uma verdadeira falta de profissionais ou de um desencontro entre aquilo que as empresas procuram e o que o mercado oferece.
Ao longo da conversa, refletem ainda sobre o papel de estratégias como upskilling, reskilling e mobilidade interna na resposta a este desafio e sobre a importância de preparar as organizações para as competências do futuro.
Já disponível. Ouça agora.
Episódio 17 | 21 min
05 de MARÇO de 2026
A crise do talento técnico
A escassez de perfis técnicos é hoje um dos maiores desafios enfrentados por muitas empresas. Mais do que uma dificuldade de recrutamento, esta realidade começa a ter impacto direto na competitividade e na capacidade de crescimento das organizações.
Neste episódio do Work Around, Carmencita Silva, Senior Manager na Gi Group e Joana Paredes, Talent Acquisition Business Partner na Horse Technologies Division, exploram até que ponto esta “crise do talento técnico” resulta de uma verdadeira falta de profissionais ou de um desencontro entre aquilo que as empresas procuram e o que o mercado oferece.
Ao longo da conversa, refletem ainda sobre o papel de estratégias como upskilling, reskilling e mobilidade interna na resposta a este desafio e sobre a importância de preparar as organizações para as competências do futuro.
Já disponível. Ouça agora.
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[post_title] => Ep.17 A crise do talento técnico
[post_excerpt] => A chegada da Geração Z ao mercado de trabalho trouxe uma exigência renovada por propósito, flexibilidade e uma liderança mais humana. Mas estarão as empresas, e os seus líderes, preparadas para esta mudança de paradigma que questiona os modelos tradicionais de gestão?
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O Impacto da Geração Z na Redefinição do Papel do Líder
Episódio 16 | 22 min
05 de Fevereiro de 2026
A chegada da Geração Z ao mercado de trabalho exige mais do que adaptação; exige uma mudança de mentalidade sobre o que define o sucesso profissional.
Com Maria Rodrigues, Senior Manager na Grafton, e Mauro Ferreira da Costa, Talent Acquisition Coordinator na Cimpor, analisamos a transição da chefia tradicional para uma liderança mais humana e o impacto desta evolução em setores corporativos e industriais. Um debate sobre como conciliar a cultura organizacional com as ambições das novas gerações e promover a colaboração entre diferentes idades.
Um episódio que revela por que atrair o talento do futuro depende de uma liderança atenta e de um compromisso genuíno com o bem-estar.
Já disponível. Ouça agora.
Episódio 16 | 22 min
05 de FEVEREIRO de 2026
O Impacto da Geração Z na Redefinição do Papel do Líder
A chegada da Geração Z ao mercado de trabalho exige mais do que adaptação; exige uma mudança de mentalidade sobre o que define o sucesso profissional.
Com Maria Rodrigues, Senior Manager na Grafton, e Mauro Ferreira da Costa, Talent Acquisition Coordinator na Cimpor, analisamos a transição da chefia tradicional para uma liderança mais humana e o impacto desta evolução em setores corporativos e industriais. Um debate sobre como conciliar a cultura organizacional com as ambições das novas gerações e promover a colaboração entre diferentes idades.
Um episódio que revela por que atrair o talento do futuro depende de uma liderança atenta e de um compromisso genuíno com o bem-estar.
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pippo
Gerais - 22/04/2026
GI GROUP HOLDING S.P.A
Headquarter: Piazza IV Novembre, 5 – 20124 Milano
Share Capital € 102.768,00. – R.E.A. # MI – 1539598 – Affiliate to Milan Chamber of Commerce
Fiscal ID # 12227100158 – VAT group “GI GROUP HOLDING” ,
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