Ep.20 O défice de literacia em IA – produtividade
A inteligência artificial já faz parte do dia a dia das organizações, mas será que as empresas e os profissionais estão realmente preparados para trabalhar com ela?
Episódio 8 | 52 min
25 de outubro 2023
Neste oitavo episódio do Work Around, o nosso convidado Miguel Jarimba – Coordenador Nacional da Helpo em São Tomé, conta-nos a sua história de envolvimento com ONGs, onde se dedicou a ajudar comunidades desfavorecidos pelo mundo e explica como surgiu o “bichinho do voluntariado” que nunca mais o largou.
Uma conversa repleta de histórias impactantes e relatos de uma realidade distante que resiste pelo apoio e empatia daqueles disponíveis para ajudar.
Não perca este episódio! Veja agora.
Episódio 8 | 52 min | 25 de outubro 2023
Neste oitavo episódio do Work Around, o nosso convidado Miguel Jarimba – Coordenador Nacional da Helpo em São Tomé, conta-nos a sua história de envolvimento com ONGs, onde se dedicou a ajudar comunidades desfavorecidos pelo mundo e explica como surgiu o “bichinho do voluntariado” que nunca mais o largou.
Uma conversa repleta de histórias impactantes e relatos de uma realidade distante que resiste pelo apoio e empatia daqueles disponíveis para ajudar.
Não perca este episódio! Veja agora.
A inteligência artificial já faz parte do dia a dia das organizações, mas será que as empresas e os profissionais estão realmente preparados para trabalhar com ela?

Num mercado em constante transformação, as organizações começam a olhar menos para cargos e mais para competências. Filipa Peixoto, da Gi Group Holding, e Tânia Baptista, da Brisa, refletem sobre liderança, mobilidade interna, empregabilidade e o papel das competências no futuro do trabalho.

Ter mais de 55 anos devia ser uma vantagem competitiva mas continua, muitas vezes, a ser um fator limitador no acesso ao mercado de trabalho.O impacto do idadismo, o valor da experiência e o papel das empresas na construção de equipas verdadeiramente intergeracionais. Uma reflexão sobre como transformar a experiência em oportunidade e não em barreira.

A chegada da Geração Z ao mercado de trabalho trouxe uma exigência renovada por propósito, flexibilidade e uma liderança mais humana. Mas estarão as empresas, e os seus líderes, preparadas para esta mudança de paradigma que questiona os modelos tradicionais de gestão?