Ep.20 O défice de literacia em IA – produtividade
A inteligência artificial já faz parte do dia a dia das organizações, mas será que as empresas e os profissionais estão realmente preparados para trabalhar com ela?
Episódio 11 | 21 min
22 Maio de 2025
Num mundo cada vez mais global e interligado, a produtividade assume novos desafios. Como liderar equipas multiculturais, distribuídas por diferentes fusos horários, mantendo o foco, o alinhamento e a eficiência? E de que forma pode a diversidade cultural tornar-se uma vantagem competitiva?
Tiago Baldaia, diretor da área de BPO na Gi Group, e Alexandre Lourenço, Site Operations Manager na Americold, juntam-se a Francisco Almeida Fernandes para uma conversa centrada na gestão de talento, nas exigências do mercado atual e nas competências-chave para liderar com eficácia e sensibilidade cultural.
Um conteúdo relevante para empresas e profissionais que pretendem potenciar equipas diversas e prepará-las para os desafios de um mercado cada vez mais exigente e interligado.
Já disponível. Ouça agora.
Episódio 12 | 22 min
21 de JULHO 2025
A produtividade já não se mede apenas em números ou tempo. Num mercado global, com equipas diversas e distribuídas, liderar com eficiência exige uma nova abordagem – mais humana, consciente e estratégica.
Neste episódio do Work Around, Tiago Baldaia (Gi Group) e Alexandre Lourenço (Americold) juntam-se a Francisco Almeida Fernandes para discutir o equilíbrio entre produtividade e multiculturalidade. A partir da sua experiência no terreno, analisam os desafios da liderança global, o impacto da diversidade no desempenho e os riscos da cultura de hiperprodutividade.
Uma conversa essencial para quem procura transformar a diversidade numa vantagem competitiva e construir equipas mais alinhadas com os desafios de um mundo interligado.
Já disponível. Ouça agora.
A inteligência artificial já faz parte do dia a dia das organizações, mas será que as empresas e os profissionais estão realmente preparados para trabalhar com ela?

Num mercado em constante transformação, as organizações começam a olhar menos para cargos e mais para competências. Filipa Peixoto, da Gi Group Holding, e Tânia Baptista, da Brisa, refletem sobre liderança, mobilidade interna, empregabilidade e o papel das competências no futuro do trabalho.

Ter mais de 55 anos devia ser uma vantagem competitiva mas continua, muitas vezes, a ser um fator limitador no acesso ao mercado de trabalho.O impacto do idadismo, o valor da experiência e o papel das empresas na construção de equipas verdadeiramente intergeracionais. Uma reflexão sobre como transformar a experiência em oportunidade e não em barreira.

A chegada da Geração Z ao mercado de trabalho trouxe uma exigência renovada por propósito, flexibilidade e uma liderança mais humana. Mas estarão as empresas, e os seus líderes, preparadas para esta mudança de paradigma que questiona os modelos tradicionais de gestão?